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La evolución del entorno digital en radiología: acceso, rendimiento e interoperabilidad

La transformación digital de la radiología en América Latina continúa avanzando, acompañada por un aumento en los volúmenes de estudios. Para los radiólogos, esta evolución no se limita a disponer de imágenes digitalizadas. El desafío está en contar con un entorno de trabajo que permita acceder de manera ágil a los estudios actuales y previos, mantener la continuidad del flujo diagnóstico y trabajar de forma eficiente desde distintas ubicaciones, sin que la infraestructura tecnológica se convierta en una limitación.

La demanda de sistemas PACS es cada vez mayor en países como Brasil, México, Colombia, Argentina y Chile, y esta debe responder a infraestructuras heterogéneas: instituciones con diferentes generaciones de equipos y estaciones de diagnóstico, redes con capacidades variables y estrategias de digitalización que no siempre avanzan al mismo ritmo.

El reto de la interoperabilidad

La interoperabilidad continúa siendo un elemento central. La convivencia de múltiples sistemas y proveedores hace necesario mantener una comunicación consistente entre RIS, PACS y otras aplicaciones clínicas, utilizando estándares como DICOM y HL7.

Exa®, una plataforma de diagnóstico por imágenes basada en la nube

Dentro de esta evolución tecnológica se encuentra Exa®, la plataforma de Konica Minolta Healthcare que combina tecnologías como Server-Side Rendering y un visor Zero Footprint con el objetivo de facilitar el acceso a los estudios desde diferentes ubicaciones y reducir la dependencia de software instalado localmente, integrándose fácilmente con entornos RIS y PACS.

A esto se suman los tableros de desempeño que convierten los datos del servicio en información útil para la gestión y la capacidad de adaptar los procesos a las necesidades de cada institución, haciendo de Exa® una plataforma flexible y escalable para la práctica diaria.

La gran promesa de valor de esta tecnología es brindar un acceso rápido a estudios e informes desde cualquier dispositivo y en cualquier lugar.

¿Para qué sirve el Server-Side Rendering?

En lugar de depender exclusivamente de la transferencia de los estudios completos hacia la estación de trabajo, parte del procesamiento se realiza en el servidor y se transmite al usuario el resultado necesario para la visualización.

Esta arquitectura reduce la dependencia del hardware local y del ancho de banda disponible en cada estación, particularmente en escenarios donde los estudios son voluminosos o los usuarios se encuentran geográficamente distribuidos.

 

¿Qué significa Zero Footprint?

Otro cambio relevante es la evolución hacia visores Zero Footprint, que permiten acceder al entorno de diagnóstico mediante un navegador, sin requerir la instalación de un cliente específico en cada equipo.

 

Para los profesionales de radiología, esto significa mayor libertad para consultar estudios, acceder a antecedentes relevantes y colaborar desde diferentes ubicaciones, manteniendo una experiencia integrada con otros departamentos.

 

 
   
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The Evolution of the Digital Environment in Radiology: Access, Performance and Interoperability

The digital transformation of radiology in Latin America continues to advance, accompanied by an increase in study volumes. For radiologists, this evolution is not limited to having digitized images. The challenge lies in having a work environment that allows quick access to current and prior studies, maintains the continuity of the diagnostic workflow and enables efficient work from different locations, without the technological infrastructure becoming a limitation.

Demand for PACS systems is growing in countries such as Brazil, Mexico, Colombia, Argentina and Chile, and these systems must adapt to heterogeneous infrastructures: institutions with different generations of equipment and diagnostic workstations, networks with variable capacities and digitization strategies that do not always advance at the same pace.

El reto de la interoperabilidad

Interoperability remains a central element. The coexistence of multiple systems and vendors makes it necessary to maintain consistent communication between RIS, PACS and other clinical applications, using standards such as DICOM and HL7.

Exa®, una plataforma de diagnóstico por imágenes basada en la nube

Part of this technological evolution is Exa®, the Konica Minolta Healthcare platform that combines technologies such as Server-Side Rendering and a Zero Footprint viewer to facilitate access to studies from different locations and reduce dependence on locally installed software, while integrating easily with RIS and PACS environments.

Added to this are performance dashboards that turn department data into useful management information, and the ability to adapt processes to the needs of each institution, making Exa® a flexible and scalable platform for daily practice.

The key value proposition of this technology is fast access to studies and reports from any device, anywhere.

What is Server-Side Rendering for?

Instead of relying exclusively on transferring complete studies to the workstation, part of the processing is performed on the server, and only the result needed for visualization is transmitted to the user.

This architecture reduces dependence on local hardware and on the bandwidth available at each workstation, particularly in scenarios where studies are large or users are geographically distributed.

 

What Does Zero Footprint Mean?

Another relevant change is the evolution toward Zero Footprint viewers, which allow access to the diagnostic environment through a web browser, without requiring the installation of a specific client on each computer.

 

For radiology professionals, this means greater freedom to review studies, access relevant history and collaborate from different locations, while maintaining an integrated experience with other departments.

 

 
   
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A evolução do ambiente digital em radiologia: acesso, desempenho e interoperabilidade

A transformação digital da radiologia na América Latina continua avançando, acompanhada por um aumento no volume de exames. Para os radiologistas, essa evolução não se limita a dispor de imagens digitalizadas. O desafio está em contar com um ambiente de trabalho que permita acessar com agilidade os exames atuais e anteriores, manter a continuidade do fluxo diagnóstico e trabalhar de forma eficiente a partir de diferentes locais, sem que a infraestrutura tecnológica se torne uma limitação.

A demanda por sistemas PACS é cada vez maior em países como Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile, e esses sistemas devem responder a infraestruturas heterogêneas: instituições com diferentes gerações de equipamentos e estações de diagnóstico, redes com capacidades variáveis e estratégias de digitalização que nem sempre avançam no mesmo ritmo.

El reto de la interoperabilidad

A interoperabilidade continua sendo um elemento central. A convivência de múltiplos sistemas e fornecedores torna necessário manter uma comunicação consistente entre RIS, PACS e outras aplicações clínicas, utilizando padrões como DICOM e HL7.

Exa®, una plataforma de diagnóstico por imágenes basada en la nube

Dentro dessa evolução tecnológica está o Exa®, a plataforma da Konica Minolta Healthcare que combina tecnologias como Server-Side Rendering e um visualizador Zero Footprint com o objetivo de facilitar o acesso aos exames a partir de diferentes locais e reduzir a dependência de software instalado localmente, integrando-se facilmente a ambientes RIS e PACS.

Somam-se a isso os painéis de desempenho, que transformam os dados do serviço em informação útil para a gestão, e a capacidade de adaptar os processos às necessidades de cada instituição, fazendo do Exa® uma plataforma flexível e escalável para a prática diária.

A grande proposta de valor dessa tecnologia é oferecer acesso rápido a exames e laudos a partir de qualquer dispositivo e em qualquer lugar.

Para que serve o Server-Side Rendering?

Em vez de depender exclusivamente da transferência dos exames completos para a estação de trabalho, parte do processamento é realizada no servidor e apenas o resultado necessário para a visualização é transmitido ao usuário.

Essa arquitetura reduz a dependência do hardware local e da largura de banda disponível em cada estação, particularmente em cenários em que os exames são volumosos ou os usuários estão geograficamente distribuídos.

 

O que significa Zero Footprint?

Outra mudança relevante é a evolução para visualizadores Zero Footprint, que permitem acessar o ambiente de diagnóstico por meio de um navegador, sem exigir a instalação de um cliente específico em cada equipamento.

 

Para os profissionais de radiologia, isso significa maior liberdade para consultar exames, acessar antecedentes relevantes e colaborar a partir de diferentes locais, mantendo uma experiência integrada com outros departamentos.

 

 
   
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